Soji

JÚLIA FRANCO BRAGA

 

Museo Municipal | Ourense
do 26 de outubro ao 13 de novembro de 2016
Curador: Vítor Nieves
 
 

 
 
Soji busca esgarçar os limites entre ficção e realidade. Com imagens, ora documentais, ora forjadas, esta proposição apresenta narrativas acerca de dualidades entre o permanente e o efêmero, o
orgânico e o artificial, o visível e o oculto.

 

Soji significa reviver, despertar em iorubá, língua falada pelo povo Iorubá na parte oeste da África, principalmente na Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa. No continente americano, o iorubá também é
falado, sobretudo em ritos religiosos, como os ritos afro-brasileiros e afro-cubanos de Cuba.

 
 

 
 

Júlia Franco Braga, Fortaleza 1982
Júlia Franco Braga fez mestrado em Artes na University of Arts London. Trabalha com fotografia, video e instalação que propõem experimentações estéticas a partir de discursos e hipóteses de modos de estar no mundo, provocando fronteiras entre ficção e realidade. Desde 2009 vem participando de exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC (2009), Museu da Casa Brasileira (2009), The Well Gallery (2009) e Universitatät der Künste Berlin (2011). Participou da Brighton Photo Fringe (2013), Triangulações 2015, Temporada de Arte Cearense (2015), Festival Outono Fotográfico – Galicia (2015). Em 2016 participou do 67o Salão de Abril, Encontros da Imagem “Discovery Award” e International Photography Award ‘Emergentes dst’. Universitatät der Künste Berlin (2011). Participou da Brighton Photo Fringe (2013), Triangulações 2015, Temporada de Arte Cearense (2015), Festival Outono Fotográfico – Galiza (2015). Em 2016 participou do 67o Salão de Abril, Encontros da Imagem “Discovery Award” e International Photography Award ‘Emergentes DST’